SEDENTARISMO IBRATH
PSICANÁLISE Significado de sonhar com

SEDENTARISMO IBRATH - IBRATH Instituto Brasileiro de Terapias Holísticas

Sedentarismo IBRATH - uma questão crescente em muitas sociedades modernas, exacerbado por estilos de vida que priorizam trabalhos de mesa e transporte motorizado.

SEDENTARISMO IBRATH
SEDENTARISMO IBRATH

Introdução 

O sedentarismo é uma questão crescente em muitas sociedades modernas, exacerbado por estilos de vida que priorizam trabalhos de mesa e transporte motorizado.

Este artigo aborda o impacto do sedentarismo na saúde, considerando abordagens terapêuticas específicas, como a psicanálise, que podem servir como auxiliares na promoção do bem-estar, espiritualidade e sustentabilidade.

A vida moderna frequentemente torna mais fácil adotar um estilo de vida sedentário. Trabalhos que envolvem longas horas na frente de um computador, combinados com modos de transporte que minimizam a atividade física, têm contribuído para uma crise de saúde global.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2018), o sedentarismo é o quarto principal fator de risco para a mortalidade global. As implicações são variadas e incluem problemas de saúde que afetam a ereção, doenças cardiovasculares e obesidade.

A falta de atividade física tem sido vinculada à obesidade, uma condição que está associada a uma série de problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, diabetes e, significativamente, problemas vasculares que podem afetar a ereção.

Como observado por James Levine em seu livro "Get Up!" (2014), a "cultura da cadeira" que prevalece em muitos ambientes de trabalho modernos é um fator que contribui para essa crise.

A Psicanálise como ferramenta de introspecção

Embora a psicanálise não possa substituir a atividade física, ela pode oferecer uma janela para entender as barreiras emocionais que impedem uma pessoa de adotar um estilo de vida mais ativo. Como Sigmund Freud argumentou, muitas de nossas ações e inibições podem ser rastreadas até traumas e experiências passadas.

A psicanálise pode ser uma ferramenta poderosa para desvendar essas barreiras emocionais e comportamentais, oferecendo um caminho para superá-las.

A psicanálise, desde sua criação por Sigmund Freud no final do século XIX, oferece uma abordagem inovadora para entender a mente humana. Ela nos permite examinar profundamente as complexidades do inconsciente, as motivações ocultas e os conflitos emocionais que moldam nosso comportamento.

Isso inclui nossa relação com algo tão concreto quanto a atividade física. A psicanálise, em sua essência, funciona como um espelho que reflete nossos próprios desejos, medos e inibições, o que a torna uma ferramenta poderosa de introspecção.

É importante destacar que a psicanálise não é uma solução mágica para todos os problemas. No entanto, ela proporciona um espaço de diálogo e autoconhecimento que pode ser útil para entender as razões subjacentes por trás de comportamentos sedentários, por exemplo.

Quando um indivíduo descobre que sua aversão ao exercício está ligada a um episódio traumático de infância, isso abre o caminho para tratamentos mais eficazes e direcionados.

A introspecção é um processo delicado e, frequentemente, desconfortável, pois exige uma honestidade rigorosa consigo mesmo. A psicanálise, nesse sentido, atua como uma lupa que amplia questões emocionais muitas vezes ignoradas ou negligenciadas.

O paciente pode se sentir vulnerável inicialmente, mas é através dessa vulnerabilidade que se pode chegar a percepções valiosas sobre si mesmo.

Mas o que isso tem a ver com atividade física? Bem, a motivação para o exercício vai muito além da simples vontade de "estar em forma". Na verdade, essa vontade está frequentemente emaranhada em um complexo labirinto de autoestima, imagem corporal, expectativas sociais e, sim, traumas passados.

Compreender a interligação desses fatores pode levar a uma vida mais ativa e saudável, tanto mental quanto fisicamente.

Não podemos ignorar o fato de que a psicanálise é uma terapia de longo prazo e que o autodescobrimento é um processo contínuo.

Isso não significa que a psicanálise deve ser vista como um investimento sem retorno imediato, mas sim como um método de escavação profunda, que traz à luz questões enterradas e permite que sejam abordadas de forma construtiva.

Ao se desvencilhar de barreiras emocionais, é mais provável que uma pessoa se sinta mais livre para adotar comportamentos saudáveis, como a prática regular de exercícios.

O conhecimento de si mesmo oferece um mapa para navegar pelas complexidades da vida com mais segurança e confiança.

No entanto, é crucial lembrar que a psicanálise é apenas uma das muitas ferramentas disponíveis para promover o bem-estar.

Deve ser complementada por outras abordagens e técnicas, como a medicina convencional, a terapia cognitivo-comportamental ou mesmo a meditação, dependendo das necessidades e preferências do indivíduo.

A prática da psicanálise também evoluiu ao longo do tempo, incorporando diversas perspectivas e abordagens que vão além da teoria freudiana original.

Jung, Adler, e outros psicanalistas subsequentes contribuíram com suas próprias teorias e métodos, ampliando ainda mais o escopo e a aplicabilidade da psicanálise. Portanto, não é uma ciência estática, mas uma disciplina em constante evolução, adaptando-se às necessidades contemporâneas.

Assim, a psicanálise pode não apenas ajudar a resolver problemas emocionais, mas também atuar como uma força catalisadora para mudanças positivas no estilo de vida.

Pode parecer surpreendente que uma abordagem focada no mundo interior possa ter implicações tão tangíveis no mundo exterior, mas é precisamente essa capacidade de interligar mente e corpo que faz da psicanálise uma ferramenta de introspecção tão valiosa.

A psicanálise oferece uma oportunidade única para quem busca entender as raízes emocionais e psicológicas de suas ações e inações. É uma jornada desafiadora, mas gratificante, que pode abrir novas portas para uma vida mais saudável e significativa.

A introspecção é um presente que todos nós podemos e devemos nos dar, e a psicanálise serve como um guia experiente nessa exploração interior.

Desvendando barreiras emocionais 

Através da análise de sonhos, conversas terapêuticas e outras técnicas, a psicanálise busca identificar e entender as razões emocionais ou traumas passados que contribuem para um estilo de vida sedentário.

Uma vez identificados, esses problemas podem ser abordados de forma terapêutica, talvez em conjunto com terapias cognitivo-comportamentais que oferecem estratégias práticas para mudar comportamentos sedentários.

Com certeza, a psicanálise oferece um conjunto único de ferramentas para desvendar barreiras emocionais.

Ela faz uso de várias técnicas, incluindo a análise de sonhos, associação livre e até mesmo o exame de experiências passadas do paciente para identificar os gatilhos emocionais ou traumas que podem estar afetando seu comportamento atual.

Essa exploração profunda do inconsciente pode revelar motivos inesperados que levam a um estilo de vida sedentário, como medos, ansiedades ou crenças autolimitantes.

E é justamente nesse ponto que a psicanálise pode se tornar uma aliada poderosa de outras formas de terapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC).

Enquanto a psicanálise mergulha nas profundezas da mente para entender as raízes de certos comportamentos, a TCC oferece um arsenal de estratégias práticas e imediatas para mudá-los. Pode-se dizer que, enquanto a psicanálise responde ao "porquê" de um comportamento, a TCC fornece o "como" para mudá-lo.

A combinação dessas duas abordagens pode ser especialmente eficaz quando se trata de superar barreiras emocionais que levam a um estilo de vida sedentário. Imagine descobrir, através da psicanálise, que seu medo de se exercitar deriva de uma experiência humilhante na infância relacionada ao esporte ou à atividade física.

Com esse conhecimento, um terapeuta cognitivo-comportamental pode então ajudá-lo a desafiar e mudar a percepção negativa que você tem de exercícios, substituindo-a por crenças e comportamentos mais saudáveis e construtivos.

Este é um exemplo da sinergia poderosa que pode existir entre diferentes formas de terapia psicológica. O importante é adotar uma abordagem holística para o bem-estar, que não apenas trate dos sintomas, mas também ataque as causas subjacentes desses sintomas.

É aqui que a combinação de psicanálise e terapia cognitivo-comportamental pode oferecer uma abordagem mais completa e eficaz para viver uma vida mais ativa e saudável.

Além disso, é crucial lembrar que cada indivíduo é único. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Portanto, o tratamento muitas vezes precisa ser personalizado para atender às necessidades específicas do paciente, levando em consideração suas experiências de vida, traumas, objetivos e outras variáveis.

Ao desvendar e enfrentar barreiras emocionais, estamos fazendo mais do que simplesmente pavimentar o caminho para um estilo de vida mais ativo. Estamos também tomando passos significativos na direção do autoconhecimento e do crescimento pessoal, o que, por sua vez, pode levar a uma vida mais plena e significativa em vários outros aspectos.

Terapias específicas e seus valores agregados

Terapias como o treinamento cognitivo-comportamental, juntamente com estratégias motivacionais e planos de exercícios, podem ser valiosas adições a um plano de tratamento que busca combater o sedentarismo.

Cada uma dessas terapias agrega valor ao indivíduo e à comunidade, fornecendo ferramentas práticas e mentais para uma vida mais saudável e sustentável.


Sem dúvida, a abordagem terapêutica mais eficaz para o combate ao sedentarismo provavelmente envolverá uma combinação de várias terapias e estratégias, cada uma com seus próprios valores agregados.

A terapia cognitivo-comportamental (TCC), por exemplo, é extremamente prática e orientada para a ação. Ela é projetada para ajudar as pessoas a identificar e mudar padrões de pensamento disfuncionais, proporcionando ferramentas práticas para alterar comportamentos negativos.

Em um contexto de sedentarismo, isso pode significar aprender novas formas de pensar sobre exercício e atividade física, bem como estratégias para incorporá-los à rotina diária.

Estratégias motivacionais, por outro lado, são igualmente importantes e frequentemente empregadas em conjunto com outras formas de terapia.

Técnicas como a entrevista motivacional podem ajudar as pessoas a explorar e resolver ambivalências sobre mudanças no estilo de vida. Isso pode ser especialmente útil para aqueles que reconhecem a necessidade de ser mais ativos, mas encontram resistência emocional ou mental para fazer essa mudança.

A motivação é um componente chave para qualquer transformação duradoura, e entender o que verdadeiramente nos move pode ser o primeiro passo crucial em direção a uma vida mais ativa.

Planos de exercícios personalizados também têm seu valor inestimável. Eles proporcionam uma estrutura e um roteiro que as pessoas podem seguir, tornando a tarefa aparentemente esmagadora de se tornar mais ativo algo administrável e alcançável.

Tais planos podem ser adaptados para atender às necessidades individuais, levando em consideração fatores como idade, condição física e eventuais problemas médicos.

No âmbito comunitário, essas abordagens terapêuticas também oferecem um grande valor agregado. Uma comunidade de indivíduos saudáveis e ativos não é apenas mais produtiva, mas também menos onerosa para os sistemas de saúde.

Além disso, estilos de vida saudáveis têm um efeito cascata; eles influenciam amigos, família e até mesmo colegas de trabalho, criando um ambiente mais propício ao bem-estar geral.

O mais interessante é que as terapias específicas não são mutuamente exclusivas; elas são frequentemente mais eficazes quando usadas em conjunto.

Um plano de tratamento integrado pode fazer uso de TCC para abordar questões mentais, estratégias motivacionais para fomentar o desejo de mudança e planos de exercícios para guiar a ação.

Esta abordagem multifacetada não apenas torna mais provável que o indivíduo alcance seus objetivos, mas também oferece um modelo mais sustentável e abrangente para a promoção da saúde e bem-estar.

Espiritualidade e bem-estar

As práticas de mindfulness e meditação também têm mostrado resultados promissores em promover um estilo de vida mais ativo.

Jon Kabat-Zinn, em seu livro "Onde Você Vai Quando Você Vai a Lugar Nenhum?" (1994), explora como a atenção plena pode ser uma via poderosa para superar os obstáculos emocionais e físicos ao bem-estar.

A espiritualidade e o bem-estar estão intrinsecamente ligados em várias culturas e filosofias de vida. Entre as práticas mais difundidas estão o mindfulness e a meditação, que têm ganhado destaque também no mundo ocidental por sua eficácia em promover a saúde mental e, por extensão, o bem-estar físico.

Jon Kabat-Zinn, um dos pioneiros em integrar mindfulness à medicina moderna, expõe em seu livro "Onde Você Vai Quando Você Vai a Lugar Nenhum?" como essa prática pode ajudar a superar barreiras emocionais e físicas, incluindo as que levam ao sedentarismo.

A prática de mindfulness, que envolve estar plenamente consciente do presente, oferece um antídoto poderoso contra o estresse, a ansiedade e outras emoções negativas que frequentemente servem como obstáculos à atividade física.

Se você está constantemente preocupado ou ansioso, é menos provável que encontre a motivação ou a energia para se exercitar. A atenção plena pode ajudar a mitigar essas emoções, criando um estado mental mais propício à ação.

Além disso, o mindfulness pode realçar a experiência de se exercitar. Em vez de encarar a atividade física como uma tarefa árdua, você pode começar a apreciá-la como uma oportunidade para estar presente em seu corpo, para sentir cada movimento e respiração.

Isso não apenas torna o exercício mais agradável, mas também pode melhorar seu desempenho e reduzir o risco de lesões.

A meditação, que pode ser vista como uma forma mais profunda ou concentrada de mindfulness, também oferece benefícios significativos.

Ela pode servir como uma ferramenta para explorar o seu mundo interior, permitindo que você entenda melhor suas resistências e motivações. Com essa compreensão, torna-se mais fácil adotar mudanças de estilo de vida, incluindo uma maior atividade física.

Essas práticas também têm um valor agregado para a comunidade. A promoção do bem-estar mental através do mindfulness e da meditação pode levar a uma sociedade mais saudável e harmoniosa.

O bem-estar mental é frequentemente um precursor do bem-estar físico, e uma comunidade que valoriza ambos é mais propensa a ser ativa e engajada.

A integração da espiritualidade e do bem-estar através de práticas como mindfulness e meditação não oferece apenas uma abordagem individualizada para superar o sedentarismo, mas também contribui para um objetivo maior de saúde comunitária.

Ao abordar o bem-estar de uma maneira holística, que inclui corpo, mente e espírito, estamos mais bem equipados para superar os desafios que impedem um estilo de vida ativo e saudável.

O sedentarismo não afeta apenas a saúde individual; ele tem implicações mais amplas para a sustentabilidade das comunidades.

A falta de atividade física é frequentemente paralela a um modo de vida que é insustentável em termos mais amplos, contribuindo para o uso excessivo de recursos e um aumento nas emissões de carbono.

CONCLUSÃO

Enfrentar o sedentarismo requer uma abordagem multidisciplinar que envolve não apenas mudanças físicas, mas também um entendimento das barreiras emocionais e psicológicas que impedem essas mudanças.

Abordagens terapêuticas como a psicanálise podem fornecer insights valiosos que ajudam a indivíduos e comunidades a abordar o sedentarismo de uma forma mais holística, levando a estilos de vida mais saudáveis, espiritualmente enriquecedores e sustentáveis.

João Barros

Floripa - 2023

REFERÊNCIAS BÁSICAS

1- Atividade física, saúde e qualidade de vida - Mauro Virgílio Gomes de Barros

Este livro explora a relação entre atividade física, saúde e qualidade de vida, fazendo uma abordagem multidisciplinar do tema.

Mauro Virgílio argumenta que a falta de atividade física é um problema de saúde pública que necessita de uma abordagem integrada, envolvendo fatores psicológicos, sociais e médicos.

2- Freud- Obras completas - Sigmund Freud

Embora não seja uma obra especificamente sobre sedentarismo, a compilação das obras de Freud é essencial para quem quer entender as nuances da psicanálise aplicada a comportamentos e estilos de vida.

Freud explora as motivações inconscientes e traumas que podem influenciar nossas escolhas, incluindo aquelas que nos levam a estilos de vida sedentários.

3- O poder do agora - Eckhart Tolle

Neste best-seller internacional, Tolle aborda a importância da atenção plena e da espiritualidade para o bem-estar. Embora não se concentre especificamente no sedentarismo, sua obra fornece ferramentas para superar obstáculos emocionais que muitas vezes contribuem para um estilo de vida inativo.

4- Sustentabilidade e geração de valor - Ricardo Abramovay

Abramovay apresenta uma discussão sobre como o modo de vida moderno, que inclui o sedentarismo, está ligado a uma crise mais ampla de sustentabilidade. Ele explora como práticas sociais e empresariais podem ser reestruturadas para criar sistemas mais sustentáveis e saudáveis.

5- O cérebro ativo - John J. Ratey

Neste livro, Ratey explora a relação entre atividade física e função cerebral. Ele apresenta uma visão fundamentada em pesquisas de como a atividade física pode não apenas melhorar a saúde física, mas também a mental. Este livro pode oferecer insights sobre como combater o sedentarismo a partir de uma perspectiva neurocientífica.

Como o sedentarismo está relacionado à saúde pública e qualidade de vida?

Resposta: O sedentarismo é considerado uma questão de saúde pública devido ao seu impacto direto e indireto na qualidade de vida e na incidência de diversas doenças crônicas.
Um estilo de vida sedentário aumenta o risco de obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e até mesmo problemas de saúde mental como depressão e ansiedade. Sua abordagem, portanto, requer estratégias multidisciplinares, envolvendo profissionais de saúde, formuladores de políticas e educadores.

De que forma a psicanálise pode ajudar a entender e combater o sedentarismo?

Resposta: A psicanálise pode servir como uma ferramenta para explorar as barreiras emocionais e traumas passados que contribuem para um estilo de vida sedentário.
Ao identificar essas questões subjacentes, terapias psicanalíticas podem ajudar indivíduos a entender suas motivações e resistências, permitindo que eles enfrentem essas barreiras de forma mais eficaz. Não substitui a atividade física, mas pode ser um complemento valioso a um plano de tratamento holístico.

Como práticas de atenção plena e espiritualidade podem contribuir para superar o sedentarismo?

Resposta: Práticas de atenção plena, como meditação e mindfulness, podem ajudar indivíduos a se tornarem mais conscientes de seus hábitos e padrões de pensamento, incluindo aqueles que levam ao sedentarismo.
Ao cultivar uma maior consciência, as pessoas podem ser mais capazes de fazer escolhas saudáveis e ativas, equilibrando assim tanto a saúde mental quanto a física.

Qual é a relação entre sedentarismo e sustentabilidade?

Resposta: O sedentarismo está frequentemente ligado a um modo de vida insustentável que contribui para o consumo excessivo de recursos e o aumento das emissões de carbono.
Por exemplo, a dependência de transporte motorizado em detrimento da caminhada ou ciclismo é tanto uma manifestação de sedentarismo quanto uma prática insustentável.
Estratégias para promover a sustentabilidade e a atividade física, portanto, podem ser mutuamente reforçadoras.

Como a neurociência contribui para o entendimento do impacto da atividade física no bem-estar?

Resposta: A neurociência oferece insights valiosos sobre como a atividade física afeta o cérebro e, por extensão, o bem-estar geral. Estudos mostram que o exercício pode liberar neurotransmissores como a endorfina, que são cruciais para a regulação do humor.
Além disso, a atividade física tem sido mostrada para melhorar a função cognitiva e até mesmo ajudar a prevenir doenças neurodegenerativas. Este conhecimento neurocientífico pode ser instrumental na formulação de estratégias para combater o sedentarismo.

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